Recrutamento para tratamento de incontinência urinária e ressecamento íntimo

COMPARAÇÃO ENTRE RADIOFREQUÊNCIA MICROABLATIVA E NÃO ABLATIVA PARA O TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA E SÍNDROME GENITOURINÁRIA DA MENOPAUSA

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O Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), da UNICAMP, está conduzindo um estudo clínico gratuito para comparar dois novos tipos de tratamento para perda urinária ao tossir ou fazer esforço e também ressecamento vaginal.

Pré-requisitos:

  • Idade entre 40-65 anos;
  • Ter disponibilidade para comparecer a consultas presenciais no CAISM/UNICAMP
  • Estar na menopausa;
  • Não ter realizado uso de pomadas vaginais contendo estrogênio nos últimos 6 meses;
  • Não ter realizado tratamento com fisioterapeuta (pélvico) nos últimos 12 meses;
  • Não ter realizado cirurgia para o tratamento de incontinência urinária.

Entre em contato para mais informações e agendamento. 

Pesquisadora responsável: Stephanie Kneipp (31) 97314-8387


CEMICAMP: o Hub das Américas da Iniciativa da OMS para Saúde Sexual e Reprodutiva

O Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas (CEMICAMP) foi destacado como um centro de excelência no artigo publicado ontem, 17 de julho de 2025 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O programa, chamado Aliança HRP do qual o CEMICAMP faz parte, visa criar ecossistemas de pesquisa sustentáveis e liderados regionalmente para responder às necessidades locais.

A Aliança HRP, coordenada pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Pesquisa em Reprodução Humana (HRP) da ONU, tem como objetivo capacitar pesquisadores e instituições locais por meio de treinamento, mentoria e apoio institucional. A meta é garantir que os sistemas de saúde respondam de forma mais eficaz, os serviços melhorem e os direitos de saúde sexual e reprodutiva sejam respeitados para todos.

Como hub para a região das Américas, o CEMICAMP tem desempenhado um papel crucial na resposta à crise migratória venezuelana. O centro capacitou pesquisadores em toda a região para estudar as necessidades de saúde sexual e reprodutiva das populações deslocadas. A pesquisa se concentrou em questões críticas como o acesso a cuidados de saúde, tratamento de HIV e violência sexual.

O trabalho ajudou a preencher uma lacuna de dados significativa e proporcionou uma compreensão mais humana das necessidades dessas populações vulneráveis. A iniciativa da OMS reconhece a importância de centros como o CEMICAMP para a construção de uma base de evidências sólida que possa informar políticas e programas de saúde mais eficazes e equitativos. Além de reforçar a posição do Brasil como uma liderança em pesquisa em saúde na América Latina e destaca a importância da colaboração internacional para enfrentar os desafios globais de saúde.

O presidente do CEMICAMP, Dr. Luis Bahamondes e o Professor Dr. José Guilherme Cecatti, estiveram presentes na reunião da HRP Alliance for Research Capacity Strengthening, envolvendo os sete centros do programa HUB da OMS em outubro de 2023.

À frente do CEMICAMP está o Professor Dr. Luis Guillermo Bahamondes, que atua como seu Presidente. Reconhecido internacionalmente por sua vasta contribuição à saúde reprodutiva, Dr. Bahamondes é também Professor Emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde leciona desde 1978 e se tornou uma referência em tocoginecologia. Sua liderança no Cemicamp, que preside desde 2016, tem sido fundamental para posicionar o centro como uma instituição de vanguarda na pesquisa sobre saúde sexual e reprodutiva, com especial ênfase em métodos contraceptivos de longa duração. Sua carreira é marcada por um profundo compromisso com a ciência e a justiça social, guiando projetos que não apenas avançam o conhecimento acadêmico, mas também impactam diretamente as políticas públicas e o bem-estar de milhares de pessoas no Brasil e no mundo.


SUS passa a oferecer Implanon e tanto o CEMICAMP quanto o CAISM UNICAMP reforçam seu pioneirismo em saúde da mulher

Uma importante conquista para a saúde pública e para os direitos reprodutivos no Brasil foi confirmada: o Implanon, um moderno e eficaz implante contraceptivo, passa a ser oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida amplia o acesso a um método de longa duração que antes era restrito a poucas instituições, entre elas o Hospital da Mulher da Unicamp (CAISM), que já o disponibilizava de forma limitada e agora se consolida como referência no procedimento.

A inclusão do método na rede pública é respaldada por decisões oficiais do Ministério da Saúde. A incorporação foi formalizada inicialmente pela Portaria SCTIE/MS Nº 13, de 19 de abril de 2021, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). Mais recentemente, a Portaria SECTICS/MS Nº 47, de 8 de julho de 2025, ampliou o uso do implante para mulheres entre 18 e 49 anos, consolidando a sua distribuição em larga escala.

O que é o Implanon?

O Implanon é um implante contraceptivo subdérmico com quatro centímetros, inserido sob a pele do braço. Ele libera de forma contínua o hormônio etonogestrel, garantindo a prevenção da gravidez por um período de até três anos. Sua eficácia é superior a 99%, sendo considerado um dos métodos contraceptivos mais seguros da atualidade, superando até mesmo a laqueadura. Por não depender da autoadministração diária da usuária, como as pílulas, as chances de falha são mínimas.

Ampliação do Acesso e o Papel do CAISM

Conforme destacado em reportagem da TV Unicamp, a inclusão do Implanon na tabela do SUS representa um avanço significativo no planejamento familiar. O CAISM, historicamente na vanguarda da saúde feminina, já realizava a aplicação do implante, mas dependia de uma oferta limitada. Com a nova política do Ministério da Saúde, a expectativa é que a disponibilidade do método aumente consideravelmente, beneficiando um número muito maior de mulheres.

A iniciativa federal visa não apenas ampliar as opções contraceptivas, mas também impactar diretamente indicadores de saúde, como a redução da mortalidade materna. A facilidade de uso e a longa duração do Implanon são fatores cruciais para garantir a autonomia e a segurança de mulheres em diversas fases da vida reprodutiva.

Para as pacientes atendidas pela rede Unicamp, a novidade significa a consolidação de um serviço de excelência, agora com o respaldo e o fornecimento contínuo do Ministério da Saúde, garantindo que mais mulheres possam escolher o método que melhor se adapta às suas necessidades e estilo de vida.


Recrutamento para tratamento de Adenomiose

Se você tem ADENOMIOSE com sangramento menstrual aumentado, cólicas menstruais e dor para ter relação sexual nós oferecemos, neste estudo, tratamento e seguimento gratuitos com Implanon, DIU hormonal ou pílula.

A escolha do tratamento será feita por sorteio, ou seja, de forma totalmente aleatória. Isso é importante para garantir a qualidade científica da pesquisa. Sua participação é muito valiosa para entendermos melhor quais tratamentos oferecem mais benefícios para mulheres com adenomiose.

Nos ajude também divulgando para conhecidos!
Qualquer dúvida, seguimos à disposição.
WhatsApp: (19) 93619-9454


Questionário para seguimento do Padrão de Sangramento ao uso de Implante subdérmico (Implanon-NXT)

Você utiliza ou já utilizou o implante contraceptivo Implanon?

 PREENCHA O QUESTIONÁRIO AQUI

Estamos realizando uma pesquisa para entender melhor o padrão de sangramento entre o quarto e o quinto ano de uso do implante, e gostaríamos de contar com a sua colaboração.

 

Mesmo que o Implanon já tenha sido retirado, sua experiência é extremamente valiosa para a nossa pesquisa.

Se você se encaixa nesse perfil, clique no link abaixo e responda ao nosso questionário.
A sua participação é voluntária, rápida e confidencial.

PREENCHA O QUESTIONÁRIO AQUI

Muito obrigada por contribuir com a ciência!

Qualquer dúvida, entre em contato pelo WhatsApp:
19 99331-7279

 


Campanha de Arrecadação

Mundialmente os recursos para pesquisa ficaram mais escassos e por isso precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.

O CEMICAMP (Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas) é uma referência nacional e internacional há 47 anos, em pesquisas voltadas à saúde reprodutiva, contribuindo para avanços científicos e para a criação de políticas públicas que impactam diretamente a qualidade de vida de milhares de pessoas no Brasil. 

Ao longo de 47 anos de dedicação ao ensino, assistência e pesquisa, o CEMICAMP tem sido um pilar fundamental na comunidade científica e no atendimento gratuito à população de Campinas e Região; com uma estimativa de mais de 195 mil atendimentos em assistência especializada, em parceria com o Ambulatório de Planejamento Familiar CAISM-UNICAMP, e produção científica de alto impacto, com mais de 600 artigos em periódicos nacionais e internacionais.

Além de nossas atividades permitirem acesso gratuito a atendimentos especializados, também possibilitamos acesso e a métodos que não estão disponíveis no SUS. Os DIUs hormonais com levonorgestrel (Mirena) não estão disponíveis na rede pública, porém desde 2007, fornecemos eles e DIUs com cobre para 31 centros especializados em saúde reprodutiva, espalhados em 14 estados brasileiros. Isso se deve à nossa parceria com a ICA Foundation, Injeflex e outras organizações nacionais e internacionais.

Hoje trazemos um convite muito especial para todos que queiram nos apoiar e participar de nossos objetivos, investindo no futuro da ciência, da inovação e do bem-estar de muitas pessoas, pois como os recursos para pesquisa ficaram mais escassos, precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.

Como você pode fazer parte?

💳 Doação única ou recorrente via PIX/transferência.
🤝 Parcerias institucionais e empresariais (cemicamp@cemicamp.org.br)
🎗️ Apoio a projetos específicos de pesquisa e extensão.

🌎 Saiba mais e faça sua doação:
Qualquer valor será bem recebido.

PIX/CNPJ: 49.409.816/0001-62

Banco Itaú S.A.

Agência: 0716

Conta Corrente : 44406-2

 


CAISM-UNICAMP convida participantes para estudo clínico voltado a mulheres com histórico de câncer de mama

O Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), da UNICAMP, está conduzindo um estudo clínico gratuito voltado a mulheres que têm ou já tiveram câncer de mama e apresentam sintomas como:

  • Secura vaginal
  • Incontinência urinária (perda involuntária de urina)
  • Urgência urinária

O objetivo da pesquisa é avaliar a eficácia de um tratamento com radiofrequência, aplicado por uma equipe especializada, para aliviar esses sintomas que afetam a qualidade de vida.

Quem pode participar?

Para participar, é necessário:

  • Ter entre 18 e 65 anos
  • Ter câncer de mama (diagnóstico atual ou anterior)
  • Ter disponibilidade para comparecer a 6 consultas presenciais no CAISM/UNICAMP

A participação é voluntária, e todas as informações fornecidas serão tratadas com total sigilo e confidencialidade.

Como se inscrever?

As interessadas podem obter mais informações e preencher o formulário de avaliação pelo link:
🔗 https://forms.gle/rHXTZ6dxHv4U1Ljc8

📞 Dúvidas ou mais informações: (19) 99584-0183 (WhatsApp)

Participe e contribua para o avanço da ciência e da saúde


Estudo do CEMICAMP revela que 65% das gestações em São Paulo não são planejadas — maior índice da história

Um levantamento conduzido pelo CEMICAMP (Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas), vinculado à Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, revelou um dado alarmante: 65% das mulheres grávidas no estado de São Paulo afirmaram não ter planejado a gestação. O número ultrapassa a média histórica registrada em estudos anteriores, que girava entre 52% e 56%, tornando-se o maior já observado no país.

A pesquisa é resultado do doutorado do sociólogo Negli Gallardo-Alvarado e envolveu 534 gestantes entre 18 e 49 anos, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram obtidos por meio de entrevistas presenciais e online, com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fapesp, Capes e CNPq. O estudo foi publicado na revista The European Journal of Contraception & Reproductive Health Care e já repercutiu em veículos como a CNN Brasil e o G1 Campinas.

Desigualdade marca cenário reprodutivo
O levantamento escancara o impacto das desigualdades sociais, raciais e econômicas sobre a autonomia reprodutiva das mulheres. Entre as participantes que afirmaram não ter planejado a gravidez, a maioria era composta por mulheres negras ou pardas (74%), com baixa escolaridade (77%), solteiras (85%) ou em união consensual (72%).

“A pesquisa buscou entender as barreiras que dificultam o planejamento reprodutivo das mulheres, e os dados mostram como etnia, escolaridade, renda e estrutura familiar influenciam diretamente esse processo”, explica Gallardo-Alvarado.

Repercussões e custos para o sistema de saúde
O professor e ginecologista Luis Bahamondes, orientador do estudo, destaca a gravidade dos achados. “No estado mais rico do Brasil, 65% das mulheres afirmarem que tiveram uma gravidez não planejada é algo muito preocupante. Os dados mostram que o problema é estrutural, e o impacto disso recai sobre toda a sociedade”, afirma.

Segundo ele, além das implicações pessoais e sociais, as gestações não planejadas representam um alto custo para o setor público. “Em um estudo anterior, mostramos que cada gestação não planejada custa ao SUS cerca de mil dólares, considerando apenas o pré-natal, o parto e o puerpério. Hoje, isso representa aproximadamente R$ 6 mil por gravidez”, pontua Bahamondes.

Urgência por políticas públicas e acesso à contracepção
O estudo reforça a urgência da ampliação de políticas públicas que garantam o acesso a métodos contraceptivos de longa duração — como o DIU hormonal e o implante subdérmico —, além de ações voltadas à educação sexual e ao enfrentamento das desigualdades sociais e de gênero.

“Métodos contraceptivos salvam vidas, e o Brasil não investe o suficiente em sua oferta, principalmente os de longa duração. Todas as mulheres devem ter a chance de planejar seu futuro com segurança e liberdade”, defende Gallardo-Alvarado.

Vozes que ilustram a realidade
A analista de sistemas Cláudia Martins, de 25 anos, é uma das muitas mulheres que vivenciaram uma gestação não planejada. Ela engravidou durante a pandemia, enquanto fazia uma transição de carreira e ainda não tinha estabilidade profissional. “Foi um choque. Eu estava com uma semana no emprego novo e ainda não era casada”, conta.

Apesar do susto inicial, Cláudia afirma que a maternidade trouxe aprendizados e amor, mas reconhece que faltou diálogo e preparo. “Muitas gestações não planejadas acontecem por falta de educação sexual e por não conversar com o parceiro sobre o desejo de ter filhos. Isso deveria ser algo natural, parte da vida adulta”, reflete.

Confira a matéria na CNN eno G1:


Recrutamento para tratamento de cólicas menstruais

Estamos recrutando mulheres, de 16 a 35 anos de idade, interessadas em tratar, de forma gratuita, cólicas menstruais moderadas ou intensas.

Caso deseje participar desta pesquisa clínica acesse o formulário de cadastro pelo link abaixo: 

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Caso não se encaixe neste perfil, você ainda pode nos ajudar compartilhando com conhecidas.

O CEMICAMP desenvolve e assessora pesquisas, além de realizar intervenções nas áreas de saúde, direitos sexuais e reprodutivos desde 1978.


Recrutamento para pesquisa Online - Menopausa e Trabalho

Acesse o formulário clicando aqui

Este é um estudo que está sendo realizado por pesquisadores da UNICAMP e tem como objetivo investigar o impacto dos sintomas da menopausa na saúde física e mental e na capacidade para o trabalho de mulheres no período do climatério. Mesmo que não esteja na menopausa, você poderá responder a este estudo se:

- Tiver de 40 a 59 anos
- Tiver trabalho remunerado
- Não utilizar método contraceptivo hormonal (Mirena, pílulas ou injeções)
- Não estar fazendo tratamentos para câncer (radio e quimio)

Sua participação consiste apenas de responder a um questionário online com perguntas sobre seus sintomas de menopausa/climatério, sua saúde e seu desempenho nas atividades diárias e de trabalho.
Que tal separar 20 minutinhos do seu tempo para nos ajudar? Ficaremos muito felizes com sua participação!

Acesse o formulário clicando aqui