Recrutamento para tratamento de incontinência urinária e ressecamento íntimo

COMPARAÇÃO ENTRE RADIOFREQUÊNCIA MICROABLATIVA E NÃO ABLATIVA PARA O TRATAMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA E SÍNDROME GENITOURINÁRIA DA MENOPAUSA
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O Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), da UNICAMP, está conduzindo um estudo clínico gratuito para comparar dois novos tipos de tratamento para perda urinária ao tossir ou fazer esforço e também ressecamento vaginal.
Pré-requisitos:
- Idade entre 40-65 anos;
- Ter disponibilidade para comparecer a consultas presenciais no CAISM/UNICAMP
- Estar na menopausa;
- Não ter realizado uso de pomadas vaginais contendo estrogênio nos últimos 6 meses;
- Não ter realizado tratamento com fisioterapeuta (pélvico) nos últimos 12 meses;
- Não ter realizado cirurgia para o tratamento de incontinência urinária.
Entre em contato para mais informações e agendamento.
Pesquisadora responsável: Stephanie Kneipp (31) 97314-8387
CEMICAMP: o Hub das Américas da Iniciativa da OMS para Saúde Sexual e Reprodutiva
A Aliança HRP, coordenada pelo Programa Especial de Pesquisa, Desenvolvimento e Treinamento em Pesquisa em Reprodução Humana (HRP) da ONU, tem como objetivo capacitar pesquisadores e instituições locais por meio de treinamento, mentoria e apoio institucional. A meta é garantir que os sistemas de saúde respondam de forma mais eficaz, os serviços melhorem e os direitos de saúde sexual e reprodutiva sejam respeitados para todos.
Como hub para a região das Américas, o CEMICAMP tem desempenhado um papel crucial na resposta à crise migratória venezuelana. O centro capacitou pesquisadores em toda a região para estudar as necessidades de saúde sexual e reprodutiva das populações deslocadas. A pesquisa se concentrou em questões críticas como o acesso a cuidados de saúde, tratamento de HIV e violência sexual.
O trabalho ajudou a preencher uma lacuna de dados significativa e proporcionou uma compreensão mais humana das necessidades dessas populações vulneráveis. A iniciativa da OMS reconhece a importância de centros como o CEMICAMP para a construção de uma base de evidências sólida que possa informar políticas e programas de saúde mais eficazes e equitativos. Além de reforçar a posição do Brasil como uma liderança em pesquisa em saúde na América Latina e destaca a importância da colaboração internacional para enfrentar os desafios globais de saúde.
O presidente do CEMICAMP, Dr. Luis Bahamondes e o Professor Dr. José Guilherme Cecatti, estiveram presentes na reunião da HRP Alliance for Research Capacity Strengthening, envolvendo os sete centros do programa HUB da OMS em outubro de 2023.
À frente do CEMICAMP está o Professor Dr. Luis Guillermo Bahamondes, que atua como seu Presidente. Reconhecido internacionalmente por sua vasta contribuição à saúde reprodutiva, Dr. Bahamondes é também Professor Emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde leciona desde 1978 e se tornou uma referência em tocoginecologia. Sua liderança no Cemicamp, que preside desde 2016, tem sido fundamental para posicionar o centro como uma instituição de vanguarda na pesquisa sobre saúde sexual e reprodutiva, com especial ênfase em métodos contraceptivos de longa duração. Sua carreira é marcada por um profundo compromisso com a ciência e a justiça social, guiando projetos que não apenas avançam o conhecimento acadêmico, mas também impactam diretamente as políticas públicas e o bem-estar de milhares de pessoas no Brasil e no mundo.
SUS passa a oferecer Implanon e tanto o CEMICAMP quanto o CAISM UNICAMP reforçam seu pioneirismo em saúde da mulher
Uma importante conquista para a saúde pública e para os direitos reprodutivos no Brasil foi confirmada: o Implanon, um moderno e eficaz implante contraceptivo, passa a ser oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida amplia o acesso a um método de longa duração que antes era restrito a poucas instituições, entre elas o Hospital da Mulher da Unicamp (CAISM), que já o disponibilizava de forma limitada e agora se consolida como referência no procedimento.
A inclusão do método na rede pública é respaldada por decisões oficiais do Ministério da Saúde. A incorporação foi formalizada inicialmente pela Portaria SCTIE/MS Nº 13, de 19 de abril de 2021, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). Mais recentemente, a Portaria SECTICS/MS Nº 47, de 8 de julho de 2025, ampliou o uso do implante para mulheres entre 18 e 49 anos, consolidando a sua distribuição em larga escala.
O que é o Implanon?
O Implanon é um implante contraceptivo subdérmico com quatro centímetros, inserido sob a pele do braço. Ele libera de forma contínua o hormônio etonogestrel, garantindo a prevenção da gravidez por um período de até três anos. Sua eficácia é superior a 99%, sendo considerado um dos métodos contraceptivos mais seguros da atualidade, superando até mesmo a laqueadura. Por não depender da autoadministração diária da usuária, como as pílulas, as chances de falha são mínimas.
Ampliação do Acesso e o Papel do CAISM
Conforme destacado em reportagem da TV Unicamp, a inclusão do Implanon na tabela do SUS representa um avanço significativo no planejamento familiar. O CAISM, historicamente na vanguarda da saúde feminina, já realizava a aplicação do implante, mas dependia de uma oferta limitada. Com a nova política do Ministério da Saúde, a expectativa é que a disponibilidade do método aumente consideravelmente, beneficiando um número muito maior de mulheres.
A iniciativa federal visa não apenas ampliar as opções contraceptivas, mas também impactar diretamente indicadores de saúde, como a redução da mortalidade materna. A facilidade de uso e a longa duração do Implanon são fatores cruciais para garantir a autonomia e a segurança de mulheres em diversas fases da vida reprodutiva.
Para as pacientes atendidas pela rede Unicamp, a novidade significa a consolidação de um serviço de excelência, agora com o respaldo e o fornecimento contínuo do Ministério da Saúde, garantindo que mais mulheres possam escolher o método que melhor se adapta às suas necessidades e estilo de vida.
Recrutamento para tratamento de Adenomiose
Se você tem ADENOMIOSE com sangramento menstrual aumentado, cólicas menstruais e dor para ter relação sexual nós oferecemos, neste estudo, tratamento e seguimento gratuitos com Implanon, DIU hormonal ou pílula.
A escolha do tratamento será feita por sorteio, ou seja, de forma totalmente aleatória. Isso é importante para garantir a qualidade científica da pesquisa. Sua participação é muito valiosa para entendermos melhor quais tratamentos oferecem mais benefícios para mulheres com adenomiose.
Nos ajude também divulgando para conhecidos!
Qualquer dúvida, seguimos à disposição.
WhatsApp: (19) 93619-9454
Questionário para seguimento do Padrão de Sangramento ao uso de Implante subdérmico (Implanon-NXT)
Você utiliza ou já utilizou o implante contraceptivo Implanon?
PREENCHA O QUESTIONÁRIO AQUI
Estamos realizando uma pesquisa para entender melhor o padrão de sangramento entre o quarto e o quinto ano de uso do implante, e gostaríamos de contar com a sua colaboração.
Mesmo que o Implanon já tenha sido retirado, sua experiência é extremamente valiosa para a nossa pesquisa.
Se você se encaixa nesse perfil, clique no link abaixo e responda ao nosso questionário.
A sua participação é voluntária, rápida e confidencial.
PREENCHA O QUESTIONÁRIO AQUI
Muito obrigada por contribuir com a ciência!
Qualquer dúvida, entre em contato pelo WhatsApp:
19 99331-7279
Campanha de Arrecadação
Mundialmente os recursos para pesquisa ficaram mais escassos e por isso precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.
O CEMICAMP (Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas) é uma referência nacional e internacional há 47 anos, em pesquisas voltadas à saúde reprodutiva, contribuindo para avanços científicos e para a criação de políticas públicas que impactam diretamente a qualidade de vida de milhares de pessoas no Brasil.
Ao longo de 47 anos de dedicação ao ensino, assistência e pesquisa, o CEMICAMP tem sido um pilar fundamental na comunidade científica e no atendimento gratuito à população de Campinas e Região; com uma estimativa de mais de 195 mil atendimentos em assistência especializada, em parceria com o Ambulatório de Planejamento Familiar CAISM-UNICAMP, e produção científica de alto impacto, com mais de 600 artigos em periódicos nacionais e internacionais.
Além de nossas atividades permitirem acesso gratuito a atendimentos especializados, também possibilitamos acesso e a métodos que não estão disponíveis no SUS. Os DIUs hormonais com levonorgestrel (Mirena) não estão disponíveis na rede pública, porém desde 2007, fornecemos eles e DIUs com cobre para 31 centros especializados em saúde reprodutiva, espalhados em 14 estados brasileiros. Isso se deve à nossa parceria com a ICA Foundation, Injeflex e outras organizações nacionais e internacionais.
Hoje trazemos um convite muito especial para todos que queiram nos apoiar e participar de nossos objetivos, investindo no futuro da ciência, da inovação e do bem-estar de muitas pessoas, pois como os recursos para pesquisa ficaram mais escassos, precisamos de sua ajuda para manter nossas atividades.
Como você pode fazer parte?
💳 Doação única ou recorrente via PIX/transferência.
🤝 Parcerias institucionais e empresariais (cemicamp@cemicamp.org.br)
🎗️ Apoio a projetos específicos de pesquisa e extensão.
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CAISM-UNICAMP convida participantes para estudo clínico voltado a mulheres com histórico de câncer de mama
O Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), da UNICAMP, está conduzindo um estudo clínico gratuito voltado a mulheres que têm ou já tiveram câncer de mama e apresentam sintomas como:
- Secura vaginal
- Incontinência urinária (perda involuntária de urina)
- Urgência urinária
O objetivo da pesquisa é avaliar a eficácia de um tratamento com radiofrequência, aplicado por uma equipe especializada, para aliviar esses sintomas que afetam a qualidade de vida.
Quem pode participar?
Para participar, é necessário:
- Ter entre 18 e 65 anos
- Ter câncer de mama (diagnóstico atual ou anterior)
- Ter disponibilidade para comparecer a 6 consultas presenciais no CAISM/UNICAMP
A participação é voluntária, e todas as informações fornecidas serão tratadas com total sigilo e confidencialidade.
Como se inscrever?
As interessadas podem obter mais informações e preencher o formulário de avaliação pelo link:
🔗 https://forms.gle/rHXTZ6dxHv4U1Ljc8📞 Dúvidas ou mais informações: (19) 99584-0183 (WhatsApp)
Participe e contribua para o avanço da ciência e da saúde
Estudo do CEMICAMP revela que 65% das gestações em São Paulo não são planejadas — maior índice da história
Um levantamento conduzido pelo CEMICAMP (Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas), vinculado à Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, revelou um dado alarmante: 65% das mulheres grávidas no estado de São Paulo afirmaram não ter planejado a gestação. O número ultrapassa a média histórica registrada em estudos anteriores, que girava entre 52% e 56%, tornando-se o maior já observado no país.
A pesquisa é resultado do doutorado do sociólogo Negli Gallardo-Alvarado e envolveu 534 gestantes entre 18 e 49 anos, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram obtidos por meio de entrevistas presenciais e online, com apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fapesp, Capes e CNPq. O estudo foi publicado na revista The European Journal of Contraception & Reproductive Health Care e já repercutiu em veículos como a CNN Brasil e o G1 Campinas.
Desigualdade marca cenário reprodutivo
O levantamento escancara o impacto das desigualdades sociais, raciais e econômicas sobre a autonomia reprodutiva das mulheres. Entre as participantes que afirmaram não ter planejado a gravidez, a maioria era composta por mulheres negras ou pardas (74%), com baixa escolaridade (77%), solteiras (85%) ou em união consensual (72%).
“A pesquisa buscou entender as barreiras que dificultam o planejamento reprodutivo das mulheres, e os dados mostram como etnia, escolaridade, renda e estrutura familiar influenciam diretamente esse processo”, explica Gallardo-Alvarado.
Repercussões e custos para o sistema de saúde
O professor e ginecologista Luis Bahamondes, orientador do estudo, destaca a gravidade dos achados. “No estado mais rico do Brasil, 65% das mulheres afirmarem que tiveram uma gravidez não planejada é algo muito preocupante. Os dados mostram que o problema é estrutural, e o impacto disso recai sobre toda a sociedade”, afirma.
Segundo ele, além das implicações pessoais e sociais, as gestações não planejadas representam um alto custo para o setor público. “Em um estudo anterior, mostramos que cada gestação não planejada custa ao SUS cerca de mil dólares, considerando apenas o pré-natal, o parto e o puerpério. Hoje, isso representa aproximadamente R$ 6 mil por gravidez”, pontua Bahamondes.
Urgência por políticas públicas e acesso à contracepção
O estudo reforça a urgência da ampliação de políticas públicas que garantam o acesso a métodos contraceptivos de longa duração — como o DIU hormonal e o implante subdérmico —, além de ações voltadas à educação sexual e ao enfrentamento das desigualdades sociais e de gênero.
“Métodos contraceptivos salvam vidas, e o Brasil não investe o suficiente em sua oferta, principalmente os de longa duração. Todas as mulheres devem ter a chance de planejar seu futuro com segurança e liberdade”, defende Gallardo-Alvarado.
Vozes que ilustram a realidade
A analista de sistemas Cláudia Martins, de 25 anos, é uma das muitas mulheres que vivenciaram uma gestação não planejada. Ela engravidou durante a pandemia, enquanto fazia uma transição de carreira e ainda não tinha estabilidade profissional. “Foi um choque. Eu estava com uma semana no emprego novo e ainda não era casada”, conta.
Apesar do susto inicial, Cláudia afirma que a maternidade trouxe aprendizados e amor, mas reconhece que faltou diálogo e preparo. “Muitas gestações não planejadas acontecem por falta de educação sexual e por não conversar com o parceiro sobre o desejo de ter filhos. Isso deveria ser algo natural, parte da vida adulta”, reflete.
Confira a matéria na CNN eno G1:


Recrutamento para tratamento de cólicas menstruais

Estamos recrutando mulheres, de 16 a 35 anos de idade, interessadas em tratar, de forma gratuita, cólicas menstruais moderadas ou intensas.
Caso deseje participar desta pesquisa clínica acesse o formulário de cadastro pelo link abaixo:
Caso não se encaixe neste perfil, você ainda pode nos ajudar compartilhando com conhecidas.
O CEMICAMP desenvolve e assessora pesquisas, além de realizar intervenções nas áreas de saúde, direitos sexuais e reprodutivos desde 1978.
Recrutamento para pesquisa Online - Menopausa e Trabalho
Acesse o formulário clicando aqui
Este é um estudo que está sendo realizado por pesquisadores da UNICAMP e tem como objetivo investigar o impacto dos sintomas da menopausa na saúde física e mental e na capacidade para o trabalho de mulheres no período do climatério. Mesmo que não esteja na menopausa, você poderá responder a este estudo se:
- Tiver de 40 a 59 anos- Tiver trabalho remunerado- Não utilizar método contraceptivo hormonal (Mirena, pílulas ou injeções)
- Não estar fazendo tratamentos para câncer (radio e quimio)
















